quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ainda pode ver até 31 de janeiro

Na Paula Cabral Art Gallery
a exposição OS ANJOS DESCERAM À CIDADE

Helena Calvet_instalação


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Paula Cabral -Art Gallery / Café dos Artistas
Rua do Século, 169 -171(ao Jardim do Príncipe Real)
Lisboa
Tel./Fax: 21 3426014
Móvel 91 236 6519
paula.cabral.artgallery@gmail.com
temos mais informação para si

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

ARTISTAS/ pag 4 _ Cristina Leiria












Nasce em Lisboa a 25 de Abril de 1946. Vive em Moçambique entre os 2 e os 17 anos.
Forma-se em arquitectura na Escola Superior de Belas Artes em Lisboa e especializa-se em planeamento num curso de pós-graduação, Developement Planning Unit, da University College em Londres; motivada pela influência do ambiente na saúde e bem-estar, aprofunda estudos sobre Feng Shui, em Macau, China e Japão e sobre Electromagnetismo, em França.
Trabalha como arquitecta no Reino Unido, Moçambique, Zimbabwe, África do Sul, Portugal e Macau.
A partir de 1992, paralelamente à arquitectura, retoma a escultura iniciada na adolescência com a criação de protótipos para Elan de Mãe e Presépio Holístico. A maioria das esculturas são concebidas a partir do barro e passadas posteriormente para outras escalas, em diversos materiais especialmente: cristal, bronze, prata, estanho, pedra.
Desde 1995, algumas destas obras, mais de 200 peças únicas e 27 esculturas reproduzidas em série, têm sido editadas em cristal pelo prestigiado Grupo Vista Alegre/Atlantis.
"A sua obra cresce no seio de diversos temas como: a Vida, o Amor, a Família, o Mar, o Divino, … todos unidos por uma invisível linha de coerência universal e expressa em formas depuradas que falam a todos a mesma linguagem feita de amor, equilíbrio e de serenidade. Mas, é em 1999 que a experiência artística, encetada por Cristina Leiria, atinge a absoluta congruência entre os objectivos espirituais, sociais e arquitectónicos, com a concretização do Centro Ecuménico Kun Iam" *Citações do Prof. Fernando António Baptista Pereira.
Neste Centro, em forma de Flor de Lótus, situado numa ilha artificial criada para o efeito no Rio das Pérolas, em Macau, ergue-se a estátua de Kun Iam, (ou Guan Yin), deusa do amor, misericórdia e compaixão, em bronze, com 20.00m de altura.
A sua intervenção na humanização da vida urbana, pela Arte Pública, tem continuado, entre outras, através das seguintes obras:
Kun Iam e Flor de Lótus, em bronze polido, 2.70m, sobre um pequeno lago nos jardins da casa de Macau em Lisboa, 2002. Elan de Mãe, em pedra branco-mar, 3.00m, no Parque Marechal Carmona em Cascais, 2003. Vela ao Vento, em bronze patinado, 12.00m, numa rotunda à entrada de Tavira, 2003. Barco à Vela, em bronze polido, 3.00m, assente numa onda em mármore branco, na Marina de Cascais, 2007.

Av. DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, TORRE D2 -2ºA, 2750-660 CASCAIS – PORTUGAL
+351 Tel/Fax 214.865.108 –Telemóvel 918.340.899 – 917.890.748
crisrochlei@gmail.com - www.cristinarochaleiria.com

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

"Motion Stripes" na Galeria




Equipa de Televisão "Motion Stripes", dirigida por Hugo Gomes, produtora do Programa AFROFAMA da RTP África, com a Cantora e pivot Vânia Oliveira da girls band "Delirium".




O programa foi gravado na nossa Galeria.

Vai para o ar este Sábado, 15 de Fevereiro.




Pintor Luis Camilo Alves com os amigos César Mourão (actor) e Pedro Goulão (Guionista)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ARTISTAS/ pag 3_ Eduardo Santos Neves

EDUARDO SANTOS NEVES

Lic. em Artes Plásticas – Pintura Escola Superior de Belas Artes Lisboa . Prof. de Artes Visuais



..., autor cuja disponibilidade se avalia melhor nas duas últimas décadas, trabalha assim uma espécie de ensaio sobre a natureza da pintura, quer em termos de representação, quer no confronto entre registos e citações. Os seus quadros são estruturados a partir do legítimo recurso a representações de outras pinturas, fragmentos delas em novos enquadramentos, mantos escarlate das indumentárias pós-cristãs, valores plásticos arrebatados a diversos contextos e servindo de cenário à reflexão a preto e branco de cenas, rostos, pedaços do mundo vivido, por vezes sugerindo a verosimilhança fotográfica da primeira metade do século XX.
Toda esta metodologia que desconstrói referências importantes da pintura representativa para as reconstruir em inusitados recursos de geminação, assim e de modo semelhante, vem colocar em termos de investigação a mecânica e a cultura do processo visual, mas abre caminhos inseridos, congregados, por vezes irónicos ou verdadeiramente contundentes, em que se desdobram ou concentram incisões críticas sobre as falsas magias de mundos litúrgicos, alusões ao poder fantasmático que tantas vezes tutelou torturas inquisitoriais, poder após poder, a arte como testemunho reelaborado da consciência crítica. Os símbolos do martírio que a religião aponta a ocidente (a oriente também, afinal) ligam-nos à sobrevivência intencional da representação e à consciência dos mártires no século XX, apesar das alienações da mera proposição estética, tantos genocídios entretanto.

ROCHA DE SOUSA

PINTURA NA PINTURA_por Rocha de Sousa

Vejo em redor o espectáculo da pintura povoado de figuras sobrepostas, conotadas com os personagens de outras memórias ou de outras representações, e tenho a sensação de que é possível desmontar as falsas colagens, descobrindo possíveis sentidos na complexa alegoria onde a memória desempenha um papel importante, a par da dolorosa convocação do ser no acto de ver. Eduardo Neves, autor cuja disponibilidade se avalia melhor nas duas últimas décadas, trabalha assim uma espécie de ensaio sobre a natureza da pintura, quer em termos de representação, quer no confronto entre registos e citações. Os seus quadros são estruturados a partir do legítimo recurso a representações de outras pinturas, fragmentos delas em novos enquadramentos, mantos escarlate das indumentárias pós-cristãs, valores plásticos arrebatados a diversos contextos e servindo de cenário à reflexão a preto e branco de cenas, rostos, pedaços do mundo vivido, por vezes sugerindo a verosimilhança fotográfica da primeira metade do século XX. E os políticos, os eventuais gestores que nos sobram a cada esquina. Falamos assim de quadros sobre quadros, mistura por planos inseridos também e na qual se definem anatomias humanas, alinhamentos parietais de senhores enchapelados, com bengala, juntos, repetidos e vandalizados na horizontal por ocultações a vermelho, trincha da revolta que parece assumir desagravos pela morte do corpo nu, deitado no chão, primeiro plano perto de nós, observadores, procurando descodificar a natureza dos sinais. O homem, só visível do tronco aos tornozelos, modelado em cinzas, aparece deitado ao comprido e sobre um resto de pano branco enrodilhado por baixo da cintura. Dir-se-á que, aquém ou além dos senhores em grupos, porventura figuras de um republicanismo tormentoso, nos encontramos diante da hipotética convocação do ser em Cristo tumular, imagem dolorosa pela aparente impossibilidade da ressurreição.


Há, em todo este percurso, uma certa visitação da História e da pintura, aliás pela intencional escolha de formações clássicas, pela concentração em fragmentos ampliados de obras de Velásquez servindo de fundo ou contexto ao exercício problematizado da visão. Visão e sua mobilidade em múltiplos planos e tempos, contrastes do preto e branco, citações dilaceradas ou feridas por posteriores rascunhos, figuras ilusórias à frente e atrás, uma questionação que abarca tanto a geometria do espaço como a obstrução deste pela dilatação de panejamentos, do próprio rosto de algum personagem pretérito, por uma das «meninas» do quadro de Velásquez, ela a espreitar os olhos do pintor e as suas mãos que seguram o espelho mítico onde só resta a desfocada imagem do observador manipulado e não as vagas silhuetas do rei e da rainha. Toda esta metodologia que desconstrói referências importantes da pintura representativa para as reconstruir em inusitados recursos de geminação, assim e de modo semelhante, vem colocar em termos de investigação a mecânica e a cultura do processo visual, mas abre caminhos inseridos, congregados, por vezes irónicos ou verdadeiramente contundentes, em que se desdobram ou concentram incisões críticas sobre as falsas magias de mundos litúrgicos, alusões ao poder fantasmático que tantas vezes tutelou torturas inquisitoriais, poder após poder, a arte como testemunho reelaborado da consciência crítica. Os símbolos do martírio que a religião aponta a ocidente (a oriente também, afinal) ligam-nos à sobrevivência intencional da representação e à consciência dos mártires no século XX, apesar das alienações da mera proposição estética, tantos genocídios entretanto.














Eduardo Santos Neves
Calç. do Monte 33 c/v esq. 1170-250 Lisboa 21.8867329

sábado, 8 de janeiro de 2011

Lançamento do livro RUAS ERMAS e exposição de fotografia de José Morais Arnaud

José Arnaud






Lançamento do Livro "Ruas Ermas" de Eduardo Pinheiro, Pedro Ferreira, Rosário Salema Garção, com Fotografias de José Morais Arnaud

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS DE JOSÉ MORAIS ARNAUD

Embora tenha nascido e vivido a maior parte da sua vida em Lisboa, é em Évora que se encontram as suas raízes mais profundas. Foi em Évora que nasceram e cresceram sua Mãe e seu Avô materno, a cuja memória dedica esta pequena exposição. Foi também na região de Évora que iniciou as suas pesquisas arqueológicas, já lá vão quase quatro décadas.

Licenciado em História pela Universidade de Lisboa, especializou-se em Arqueologia na Universidade de Cambridge. Foi docente universitário, técnico superior do Instituto Português do Património Cultural (IPPC), fundador do Instituto Português de Arqueologia (IPA) e assessor da direcção do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico (IPPAR) e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), dedicando-se desde 2008 à consultoria arqueológica e patrimonial. É ainda Presidente da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses e Director do Museu Arqueológico do Carmo desde 1995, tendo coordenado a sua completa remodelação, no ano 2000, e a edição do catálogo integral das colecções, em 2005.

Como arqueólogo, a fotografia documental foi desde muito cedo um instrumento de trabalho quotidiano, tendo inúmeras fotografias de sua autoria na meia centena de trabalhos que publicou. Por isso aceitou o desafio que lhe foi lançado de documentar uma outra Évora, mais singela, familiar ao habitante, mas cuja beleza subtil escapa ao turista mais apressado.

Além de meia centena de igrejas e capelas, e de monumentos notáveis como o templo romano, a catedral ou a capela dos ossos, locais de visita obrigatória para os turistas, existe uma outra Évora, em cujas ruas, travessas e becos se encontram lado a lado majestosos edifícios de caracter senhorial e singelas habitações térreas, notáveis exemplares da arquitectura vernácula, com as suas grandes chaminés, telhados em telha de canudo, e cuja idade se poderia calcular, como a das árvores, pelas sucessivas camadas anuais de cal, que dão a esta cidade uma luminosidade e um carácter muito particular.

Numa altura em há quem pretenda pintá-las com tinta de óleo, porque seria mais durável e económico, e em substituir as suas graníticas calçadas por marmóreos pavimentos, porque seria mais confortável, importa impedir a todo o custo a sua descaracterização, chamando a atenção para a sua singela beleza.

Importa ainda lembrar que a Évora de paredes imaculadamente brancas, com barras de um monótono amarelo regulamentar, é um artefacto relativamente recente, que esconde uma arquitectura oitocentista profusamente decorada com frisos de motivos geométricos, pintados a ocre amarelo, cinzento ou azul escuro, elaborados florões em estuque, e mesmo com vastas superfícies com padrões coloridos, como na Rua de Avis, que importa também recuperar, preservar e valorizar, para que Évora possa continuar a ocupar um lugar único entre as cidades portuguesas, e a merecer a sua classificação pela UNESCO como Património da Humanidade.











Na ocasião, ouvimos poesia de Florbela Espanca

declamada por ISABEL WOLMAR.




Paula Cabral - Art Gallery / Café dos Artistas
Rua do Século, 169 - 171 (ao Jardim do Príncipe Real)
Lisboa

Tel./Fax: 21 3426014
Móvel 91 236 6519
paula.cabral.artgallery@gmail.com


Malangatana _Homenagem




A Malangatana"Artista da Paz"
a nossa sentida homenagem pelo ARTISTA e pelo HOMEM QUE SOU SER


Nasceu em Matalana, em 1936. Estudou na Escola da Missão Suiça de Matalana e na Escola da Missão Católica de Ntsindya, em Bulaze. Depois de obter o diploma da 3ª classe rudimentar, vai para Lourenço Marques (Maputo). Em 1958 frequentou o Núcleo de Arte onde conhece o pintor Zé Júlio, que o apoia. Em 1961 efectou a sua primeira exposição individual. Em 1971 foi bolseiro da Gulbekian em gravura e cerâmica. Recebe a Medalha Nachingwea pela contribuição dada à cultura Moçambicana. Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

http://www.portugal-linha.pt/arte/malangat/



A directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, expressou a sua “profunda tristeza” pela morte de Malangatana, pintor moçambicano e “Artista da UNESCO para a Paz”.Bokova afirmou que “com a morte de Malangatana Valente Ngwenya, o mundo da arte contemporânea perdeu um de seus melhores representantes. Não foi só um grande artista, mas também um ardoroso defensor da paz”.Malangatana nasceu em 1936, na aldeia de Matalana, sul de Moçambique. Pintor conhecido pelas suas pinturas e murais de grandes multidões coloridas, mas também ceramista, gravador, escultor e poeta, Malangatana foi encarregado após a independência de Moçambique, em 1975, de produzir obras para edifícios públicos, incluindo os murais do Museu de História Natural e do Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo Mondlane.Malangatana pintou também um mural em Maputo durante a Conferência da UNESCO sobre Cultura de Paz e Governação (Setembro 1997). No mesmo ano foi nomeado “Artista da UNESCO para a Paz” e doou uma das suas obras para a organização, intitulada “Juventude e Paz”, em exposição na sede da UNESCO.

sábado, 1 de janeiro de 2011

ARTISTAS/pag 2 _Helena Lousinha


excerto do catálogo da exposição "Ailleurs"





Sombra sobre sombra, pele sobre pele

Entre a morte e o sonho existe um espaço ou talvez um gesto, desses gestos fugidíos onde se esconde a singularidade do sentido, onde se dissimula a luz que dá vida a todo o resto. É nesta cisura entre o visível e o invisível, entre aparência e revelação que nos encontramos.
Seria incapaz de falar desta pintura sob um plano que seja rigorosamente iconográfico, não nos esqueçamos que a pintura não é uma simples criação de imagens, é antes de tudo uma prática. E portanto, a pintura não é um instantâneo, o tempo da pintura não se conta, não se corta, não se regula, está simplesmente contido nela. A pintura é principalmente uma história de camadas de cor que se depositam umas após as outras. A pintora sabe que as primeiras camadas têm tendência a querer voltar a superfície, sabe que estas epidermes são também profundidade da memória. A luz que se encontra não é a reprodução factícia da luz física, mas algo que vem das profundezas dos primeiros estratos, a luz que se encontra nestes quadros é memória, sempre, uma opacidade com a transparência do tempo. Porque a memória é opaca apesar de irreal.
Helena não trabalha com luz mas com sombra. Talvez seja significativo o facto de ela viver numa terra onde a vida esteja situada na sombra, à sombra; e vi sua pintura escurecer desde que ela vive no Alentejo terra de luz, de luz em excesso, de tanta luz que esta acaba por ser uma superficie virgem onde tudo resta por fazer. Talvez a sua pintura se aparenta a este gesto de aplicar um véu sobre a nudez, a nudez árida das coisas. O pequeno pudor de um véu epidérmico. As escâncaras não se consegue ver nada.
A pintura da Helena escapa ao mundo da imagem e portanto da velocidade; quero dizer que aqui o tempo é pura duração, que aqui se encontra o potencial da sua pintura para abrandar o tempo para crucificá-lo e recriá-lo outra vez em varios tempos que se sobrepoêm que lutam constantemente entre eles. Vários tempos/epidermes nos quais se ouve um esfregar por vezes suave como o sussuro de uma folha que cai, por vezes rugoso como a terra gretada de Agosto.
Trata-se aqui de aflorar na tela, de fazer subir até a palpação algo de profundamente enraizado. Talvez esse algo seja da ordem da ausência, de uma ausência subterrânea donde esses corpos nascidos sem cordão umbilical parecem provir, esses corpos que lentamente dolorosamente regressam á posição fetal, esses corpos que por vezes nem conseguem emergir por ficar atrás. Atrás de uma pintura de Helena Lousinha há sempre um corpo à espera.
Helena relembra-nos sempre e sempre que somos feitos de uma coisa chamada «sentir» e que, no seguimento desta aproximação sensitiva, a visão que nos é oferecida não pode ser outra coisa do que uma imanência e de maneira nenhuma uma imagem ou um signo. Como se para cada camada de tinta ela tirasse uma do mundo, como se a pintura pre-existisse a tudo e que nos bastasse um olhar paciente.
A aproximação pictural da realidade da artista não se coloca unicamente na esfera do «visual». Como se o real fosse uma ferida que ela tentasse cicatrizar aplicando algo da sua própria pele; é com este lento e doloroso trabalho que ela nos oferece. Leva o seu tempo impregnar-se dessas pinturas como leva tempo acariciar a pele do corpo amado com os seus rastos, os seus desgastes, os seus sinais, as suas feridas. E assim como esta pele que pensamos conhecer por dormir com ela, por fazer amor com ela, esta pintura é um desafio para o nosso olhar, de um lado pensamos conhecê-la, e por outro lado não conseguimos abrí-la, subir até a sua origem, desfazer o enigma.
Jean Pierre Santos Martins
Junho de 1996
Do catálogo da exposição na Galeria Gymnásio em Setembro de 1996
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Helena Lousinha de nacionalidade portuguesa, nasceu em 1952 em Casablanca (Marrocos), vive e trabalha no Alentejo – Portugal desde 1986.
1977 / 1978 - Curso de formação artística, na S.N.B.A. - Lisboa.
1980 / 1986 - Formação em pintura no AR.CO (Centro de Arte e Comunicação) Lisboa.
Cursos intensivos de: Historia da Arte
A Essência – Entidade de Cor
Técnica de Fresco
Exposições colectivas – selecção:
1983: I Bienal Arte jovem Chaves. 1984: IV. Bienal Vila Nova de Cerveira; Sociedade Nacional Belas Artes, Lisboa “10 Anos depois do 25 Abril”. 1985: “Jovens pintores” S. Lourenço – Almancil; II Bienal Arte jovem Chaves; “Pequeno formato” Estoril. 1986:III Exposição de Artes Plásticas – Fundação Calouste Gulbenkian. 1987: II Exposição de Arte Ibérica – Campo Maior e Cáceres; “Jogos” Galeria Arcada – Estoril;” Pequeno Formato” Estoril. 1988: “Arte jovem portuguesa” Mindelo – Cabo Verde; “5 Mulheres do Alentejo” S. Lourenço – Almancil. 1989: “Arte contemporânea” Col. Volker e Marie Huber – Loulé. 1990:” Suporte papel II – Figurativo” Galeria Arcada – Estoril; Exposição prémio João Hogan – Lisboa; Bienal Lagos – Lisboa / Lagos; Galeria de S. Bento – Lisboa. 1992: Dia da Mulher – Galeria Municipal de Almada; Convento de S. Francisco – Mértola;” Port. Arte” Feira de Arte – Portimão; Galeria Veredas – Sintra. 1993: Galeria de Arte do Conde Redondo – Lisboa. 1995: “Não às Naturezas Mortas” Amnistia Internacional – Mitra – Lisboa. 1997: Convento do Espírito Santo – Loulé; Marca – Madeira. 1998: Arte de Portugal na Alemanha – Meebusch – Dusseldorf. 1999: Galeria Municipal – Fitares – Sintra;”Arte contemporânea Anos 90” Galeria Novo Século – Lisboa; Feira Arte Contemporânea Lisboa – stand Galeria Novo Século. 2000:” ARCO” Madrid – stand Galeria Novo Século; Werkraum Godula Buchholz – Denklingen – Alemanha. 2001: “Iniciar” Galeria EDIA – Beja;” 9 Artistas” Mouraria Galeria de Arte – Funchal; VII Bienal Artes Plasticas – Montijo; Modulo 2´5 x 2´5 – Beja. 2004: “Homenagem a Wenceslau de Morais”- Gymnásio- Lisboa.
Exposições individuais
1987 - “Paixão pinturas” – Clube 50-Lisboa
- Galeria Arcada – Estoril
1989- Galeria Triângulo 48 – Lisboa
1991 - Galeria Triângulo 48 - Lisboa
1992 - Galeria Municipal de Castro Verde
- Galeria Veredas – Sintra
1995 - “O lugar secreto, Minas de S. Domingos” – Galeria Escudeiros Beja
1996 - Galeria Municipal Gymnásio – Lisboa
1999 - “Emergências”- Galeria Novo Século - Lisboa
2000 - Forum Municipal - Castro Verde
-“Je dors mais mon coeur veille” – Galeria Novo Seculo-Lisboa
2005 -“Presenças” – Forum Municipal Castro Verde
2006-2008 -“Olhares sobre um lugar - Mina São Domingos” - Montemor-o-Novo,
Alvito, Castro Verde, Almodôvar, Serpa, Sines, Beja, Estremoz, São
Domingos, Sacavém.